O Governo do Amapá,
através da Secretaria Extraordinária de Política para as Mulheres (SEPM), está
percorrendo os municípios do Amapá, visitando órgãos que trabalham com o
seguimento, para discutir políticas públicas, entre elas, as marchas de combate
à violência contra a mulher, que ocorrem no mês de novembro, em todo o Estado.
Depois de ter viajado por outros municípios, no próximo fim de semana, o
destino é o arquipélago do Bailique.
Semana passada, a
secretária da SEPM, Luci Tavares, esteve presente nos municípios de Laranjal do
Jari e Oiapoque. Ela visitou as Coordenadorias de Políticas Públicas para as
Mulheres, mantidas pelas prefeituras, Centros de Referência de Atendimento à
Mulher (CRAM), ligados à Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública
(Sejusp), além de ter reunido com o Movimento de Mulheres daquelas localidades.
Segundo a secretária, o
objetivo não é somente discutir políticas públicas com representantes desses
órgãos, mas é necessário arregaçar as mangas, apoiar e participar das inúmeras
atividades realizadas entre o poder público e demais entidades, na tentativa de
inibir a violência doméstica local.
No
roteiro de pautas, a programação das marchas no Amapá teve destaque, por ser
uma das maiores manifestações, em forma de caminhada, de conscientização,
realizada com a participação de toda a rede de atendimento à mulher,
coordenada, tanto pelo Estado, quanto pelos municípios. Ela tem o objetivo de
chamar a atenção para o enfrentamento à violência contra a mulher.
"A violência tem vítima e
esses nomes viraram estatísticas em todos os municípios do Estado do Amapá.
Mais do que estampá-los em faixas e camisetas, eles são a referência de
mulheres que foram violentadas ou até mesmo que perderam suas vidas em um ato
criminoso. Em novembro, vamos às ruas gritar um sonoro "não" contra a
violência à mulher, mas esses nomes precisam ser lembrados todos os dias, para
que possamos lutar, em uma ação contínua contra essa crueldade", disse
Luci Tavares.
Nenhum comentário:
Postar um comentário