sexta-feira, 3 de outubro de 2014

SEPM planeja marchas de combate à violência contra mulheres nos municípios

O Governo do Amapá, através da Secretaria Extraordinária de Política para as Mulheres (SEPM), está percorrendo os municípios do Amapá, visitando órgãos que trabalham com o seguimento, para discutir políticas públicas, entre elas, as marchas de combate à violência contra a mulher, que ocorrem no mês de novembro, em todo o Estado. Depois de ter viajado por outros municípios, no próximo fim de semana, o destino é o arquipélago do Bailique.

Semana passada, a secretária da SEPM, Luci Tavares, esteve presente nos municípios de Laranjal do Jari e Oiapoque. Ela visitou as Coordenadorias de Políticas Públicas para as Mulheres, mantidas pelas prefeituras, Centros de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), ligados à Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp), além de ter reunido com o Movimento de Mulheres daquelas localidades.

Segundo a secretária, o objetivo não é somente discutir políticas públicas com representantes desses órgãos, mas é necessário arregaçar as mangas, apoiar e participar das inúmeras atividades realizadas entre o poder público e demais entidades, na tentativa de inibir a violência doméstica local.
No roteiro de pautas, a programação das marchas no Amapá teve destaque, por ser uma das maiores manifestações, em forma de caminhada, de conscientização, realizada com a participação de toda a rede de atendimento à mulher, coordenada, tanto pelo Estado, quanto pelos municípios. Ela tem o objetivo de chamar a atenção para o enfrentamento à violência contra a mulher.
"A violência tem vítima e esses nomes viraram estatísticas em todos os municípios do Estado do Amapá. Mais do que estampá-los em faixas e camisetas, eles são a referência de mulheres que foram violentadas ou até mesmo que perderam suas vidas em um ato criminoso. Em novembro, vamos às ruas gritar um sonoro "não" contra a violência à mulher, mas esses nomes precisam ser lembrados todos os dias, para que possamos lutar, em uma ação contínua contra essa crueldade", disse Luci Tavares.

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